Eram noites impossíveis
Tudo corroía a alma
No fim a calmaria que acalma
Papel e caneta na mão
Mas tudo que saia era em vão
Era uma noite tão fria
Que encontrei minha calmaria
Decido desistir de escrever
Vou para a web tentar me entreter
Com o aparelho em minha palma
Me vejo com a quem me acalma
Hoje sei aonde me recompor
Sempre me aparece em meus dias de dor
E hoje estou mais próximo que poderia
Hoje é você a minha calmaria
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