quarta-feira, 20 de novembro de 2024

UMA QUESTÃO/UMA CONCLUSÃO

Uma pequena e imensa
Dúvida de um cotidiano
Dúvida a qual acredito
De todo ser humano.

Aqui deixo a vocês essa questão
A tal felicidade verdadeira
Essa tal dita acima
Será que exista com a outra verdade?
A verdade absoluta,
Dentro de cada coração?

Já teve um momento assim?
Ou um segundo ao menos parecido com algo assim?
Assim, assado...
Tal felicidade de momentos,
Que um dia não passará de um passado.

Qual é esse seu passado?
Qual é o seu presente?
Hoje você chegou a ganhar algum presente?
Qual é o seu futuro?
A felicidade verdadeira,
Busca reencontra-la em algum amanhã?

Você, por acaso,
Tem algo para se lembrar do momento dessa
Felicidade verdadeira?
Momento que possa resgatar nas memorias e se sentir feliz,
Se ver exatamente naquele lugar e na hora,
Mas com o sentimento verdadeiro da tal,
Felicidade verdadeira,
Lembranças as quais no fim não vá nos deixar tristes
Por independente de quaisquer motivo,
Mas sim,
Simplesmente, unicamente e
Exclusivamente com a felicidade verdadeira.

Então, pergunto novamente,
O que é a felicidade verdadeira?
O sonho de ter a casa própria,
Conseguir comprar algum automóvel,
Uma formação acadêmica qualquer que seja,
Um amor, companheiro(a), para toda a vida
Construir uma família e ter um lar para se viver,
Um bom trabalho,
Ter um salário que possamos viver bem nesse mundo,
Ter filhos, netos, e quantas outras gerações possíveis.
Poder ir numa final de copa do mundo,
Ver seu time do bairro ser campeão regional...

Enfim...

São tantas opções,
Tantos planos,
Tantos outros objetivos
Isso na verdade é o que menos importa.
Nesse momento,
Nesse exato momento,
É que cada um de nós temos nossos sonhos.
Cada um de vocês, possui seus planos.
E ao alcançar,
Como esses planos se tornam realidade,
Aproveitem e desfrutem de cada segundo que puderem.
Por que é nessa hora,
É nesse instante que todos teremos ela,

Aquela velha questão nos trazem a resposta
Da tal felicidade verdadeira.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Desmoronamento

Tudo desmorona,
o teto, o peito, o ar
a lágrima, o aperto de mão
As mãos já não consegue apertar.
O abraço, o afago,
o riso, sem o sorriso.
O choro desesperado,
mãos e pés amarrados
através de um mundo
insano e cruel.
Pela saúde propana
o gás necessário,
o oxigênio pesado.
Corpo e mente distraídas.
O gol que já não se ouve,
O amém não correspondido.
A bolsa de tais valores
Percebe que não tem valor algum
Alegramos as bolsas de sangue
Chegando de um a um.
As lágrimas,
As mesmas lágrimas desmorona.
Tudo desmorona.