Sinto-me invadido nessa poeira
Me encanto com o som do vento que assovia
Me balanço vendo os pássaros voando
Vou caminhando, seguindo a mesma estrada
Nessa estrada longa da vida
Onde a poesia é minha companhia
Sou o que a saudade comina.
Sigo sem encontrar um rumo
Será que esse rumo existe?!
Vivo dando um passo em frente, dois Atrás... e entre erros e acertos
Vou-me encontrando... ou talvez não.
Vivo um dia após o outro
E a cada momento percebo que estou cada vez mais longe
Mais distante de tudo
Distante de você, de mim.
Será a distância nosso fim?
Terá tudo isto sido em vão?
Não!!! Não me mexo, e não aceito.
Nego-me aceitar o que já sei...
O fim chegou... e eu?
O que restou de mim?!
Pedaços sem fim.